Integrantes de torcida uniformizada do Paysandu são julgados pela morte de presidente de torcida do Remo

Redação Por: Redação

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Publicado em 22/08/2019 18:27h

Integrantes de torcida uniformizada do Paysandu são julgados pela morte de presidente de torcida do Remo

O tribunal do júri, em Belém, julga nesta quinta-feira, 22, dois integrantes de uma torcida uniformizada do Paysandu acusados de matar o então presidente de uma torcida uniformizada do Clube do Remo.

Lian Cleber Araújo Nobre, que na época presidia a Torcida Organizada Remoçada (Tor), foi morto a tiros na noite do dia 31 de julho de 2012, na Avenida Duque de Caxias, em Belém, após deixar uma reunião na sede da torcida uniformizada, na Travessa Antônio Baena, no Bairro do Marco.   

Três integrantes da torcida uniformizada Terror Bicolor foram presos menos de um mês depois do crime, pela tentativa de homicídio de outros dois representantes de torcidas remistas. Na época a polícia encontrou no carro utilizado por Marcelo Regis de Souza Aguiar, Wililayo Aleixo Pereira e Samir Costa Assunção um revolve calibre 38 utilizado no assassinato de Lian e um telefone celular em que os acusados confirmavam e chegavam a marcar um churrasco para comemorar a morte do rival.   

Dos três acusados, Samir Assunção não será julgado nesta quinta por ter recorrido da decisão de pronúncia. Patrick William Costa Álvaro, que estava com a vítima no momento do crime e sobreviveu ao atentado deve ser ouvido como testemunha.

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